Após a vitória por 2 a 1 sobre o Japão, Matheus Cunha se manifestou sobre as provocações do atacante japonês Kento Shiogai, que havia afirmado que o Brasil ‘não era como antigamente’. Cunha, em resposta, fez o gesto de cinco com os dedos, simbolizando a força da seleção brasileira.
O atacante do Manchester United também comentou sobre o respeito demonstrado por Lionel Scaloni, técnico da Argentina, e Erling Haaland, jogador da Noruega, que destacaram o Brasil como favorito na Copa do Mundo. ‘É gratificante saber que eles têm respeito pela nossa seleção’, afirmou Cunha.
No entanto, o jogador rechaçou a ideia de favoritismo, enfatizando a evolução da equipe ao longo do torneio. Após um empate inicial com Marrocos, o Brasil conquistou três vitórias consecutivas, incluindo a recente sobre o Japão.
‘Favoritismo não é nada que ajude em campo’, disse Cunha, que é vice-artilheiro da seleção com três gols. Ele ressaltou que a equipe precisa mostrar seu valor em campo, independentemente das expectativas externas.
Para o próximo jogo contra a Noruega, o Brasil não contará com Lucas Paquetá, que se lesionou. Cunha comentou sobre a importância do entrosamento e as adaptações necessárias na equipe, destacando a versatilidade dos jogadores disponíveis.