A Assembleia Legislativa de Minas Gerais (ALMG) promove, entre segunda (10) e sexta-feira (14), uma programação cultural gratuita com teatro, música erudita e exposição de artesanato. As atrações acontecem no Teatro e na Galeria de Arte da Casa, com entrada franca.
Na segunda-feira (10), às 20h, o projeto Segunda Musical apresenta o pianista Arthur Hosken, que interpreta obras de Jean-Philippe Rameau, Frédéric Chopin, Claude Debussy e Robert Schumann. Em seguida, o tenor Breno Bartolomeu e a pianista Alana Camoropin executam canções de concerto russas e brasileiras, incluindo composições de Rachmaninoff, Dargomyzhsky, Fauré, Cláudio Santoro e Vinícius de Moraes.
Arthur Hosken é bacharel em piano pela UFMG e foi aprovado para mestrado na Bowling Green State University (EUA) com bolsa. Breno Bartolomeu, tenor e maestro do Coro Madrigal Scala, é bacharel em canto erudito pela UFMG e já atuou em óperas como ‘Carmen’ e ‘Porgy and Bess’. Alana Camoropin, bacharelanda em piano pela UFMG, integra o Coro Madrigal Scala e atua como pianista correpetidora.
Na quinta-feira (13), às 19h30, o Projeto Zás recebe a peça ‘Eu Sou o Vento’, da PreQaria Cia. de Teatro, com classificação indicativa de 12 anos. Com direção de João Valadares e atuação de Iasmin Duarte e Pedro Cordeiro, o espetáculo adapta texto do norueguês Jon Fosse, Nobel de Literatura de 2023, e aborda a solidão na relação entre dois personagens sem nome, com elementos de dança e iluminação.
A PreQaria Cia. de Teatro, fundada em 2006 em Sete Lagoas, já montou 17 espetáculos e quatro produções audiovisuais. João Valadares, mestre em artes pela UFMG, tem 20 anos de carreira como ator, diretor e escritor, com passagens pela TV Globo e cinema nacional.
De segunda (10) a sexta-feira (14), das 8h às 18h, a Galeria de Arte recebe a exposição da Cooperativa Dedo de Gente, com esculturas em ferro e sucata, luminárias, vasos, pinturas com tinta de terra, doces, geleias e licores artesanais do cerrado. As peças estão à venda no local.
Criada em 1996 em Curvelo, a cooperativa é fruto de projeto educativo do Centro Popular de Cultura e Desenvolvimento (CPCD), iniciado em 1984. Reúne dez fabriquetas de produção artesanal solidária em Curvelo, Araçuaí e Raposos, com inspiração nos saberes do sertão e na literatura de João Guimarães Rosa.
