O Ministério Público de Minas Gerais (MPMG) mobilizou 304 promotores e promotoras eleitorais em todas as zonas eleitorais do estado durante as eleições de 2026, com o objetivo de fiscalizar o cumprimento da legislação eleitoral e assegurar a legitimidade do processo democrático.
A atuação do MPMG incluiu a fiscalização da votação, a apuração de denúncias de irregularidades e a participação nos testes de integridade das urnas eletrônicas, em colaboração com a Justiça Eleitoral e órgãos de segurança pública.
O Centro de Apoio Eleitoral (Cael) ofereceu suporte técnico e jurídico aos promotores, e na véspera do segundo turno, 33 urnas foram selecionadas para testes de integridade, além de outras dez para verificação de autenticidade.
O coordenador do Cael, promotor Vinícius Bigonha, destacou a importância desses procedimentos para garantir a transparência do processo eleitoral, afirmando que “o objetivo é garantir que cada cidadão possa votar com tranquilidade”.
Durante o segundo turno, o MPMG recebeu denúncias de boca de urna e tentativas de violação do sigilo do voto, como fotografar a tela da urna. Bigonha ressaltou que a liberdade de expressão é um pilar da democracia, mas que condutas abusivas devem ser coibidas.
Após o encerramento da votação, o MPMG continuará com investigações e fiscalização das normas eleitorais, assegurando que a vontade popular seja respeitada e que eventuais irregularidades sejam apuradas.