O corpo da conselheira tutelar Maryna Colucci de Jesus, de 34 anos, que estava desaparecida desde sexta-feira (21), foi encontrado nesta terça-feira (25) em uma área rural entre Jacuí e Fortaleza de Minas (MG).
Segundo informações da Polícia Civil, o corpo estava enterrado a uma profundidade estimada entre 1,5 e 2 metros. O local foi indicado por um policial militar apontado como suspeito de envolvimento no crime, que levou as equipes até onde o corpo estava.
Conselheira tutelar de 34 anos desaparece após sair de casa com o celular em Jacuí — Foto: Reprodução EPTV
Após ser localizado, o corpo de Maryna foi encaminhado ao Instituto Médico-Legal (IML) de São Sebastião do Paraíso (MG), onde deverá passar por exames que podem auxiliar na identificação da causa da morte.
A princípio, a Polícia Civil trabalha com a hipótese de que o crime tenha motivação passional. O suspeito deverá prestar depoimento ainda nesta terça-feira.
A localização do corpo ocorreu na mesma região que já havia sido indicada anteriormente pelo celular de Maryna. A família conseguiu acessar informações do aparelho e identificou, por três vezes, um ponto em uma área rural entre Jacuí e Fortaleza de Minas, próximo a um açude.
Na ocasião, familiares foram até o local e realizaram buscas por conta própria. Depois, equipes de segurança também estiveram na região. No entanto, naquele momento, não foram encontrados objetos ou outros vestígios que comprovassem a presença da conselheira no ponto indicado pelo celular.
Conselheira tutelar de 34 anos desaparece após sair de casa com o celular em Jacuí, MG
Maryna foi vista pela última vez na sexta-feira, quando saiu da casa dos pais usando shorts, camiseta e chinelos. Segundo a irmã, ela saiu sem maquiagem, sem tomar banho e com o cabelo preso, comportamento considerado incomum pela família.
Uma testemunha teria relatado aos familiares que viu Maryna parada a cerca de 200 metros de casa, aguardando a chegada de um carro. A família acredita que ela pretendia encontrar alguém conhecido para resolver uma questão rapidamente e retornar para casa.
Ainda segundo os parentes, Maryna tinha um compromisso posteriormente e não costumava deixar de cumprir suas obrigações nem permanecer incomunicável.
No sábado (22), ela deveria trabalhar pela manhã, mas não compareceu. Maryna atua como conselheira tutelar em Jacuí e, segundo a Prefeitura, estava de folga na sexta-feira, quando desapareceu.
